"Se acolhes um cão na rua quase morto de fome e o alimentas, ele não te morderá. Esta é a principal diferença entre os homens e os cães." (León Tolstoi, apud "Cães e Companhia" n.º129: 14)
Da fidelidade do cão, penso que ninguém duvida. E o ser humano, conseguirá mesmo ser tão falso? Há casos públicos, que nem vale a pena nomear, que o confirmam... mas gosto de acreditar que serão a excepção.
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